sábado, 29 de agosto de 2015

Doenças e Sentimentos

 
Na porta de inúmeros consultórios de terapia Holistica inclusive no meu há o seguinte texto:
A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.

As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.
O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos, existem semáforos chamados Amigos, luzes de precaução chamadas Família, e ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão, um potente motor chamado Amor, um bom seguro chamado FÉ, abundante combustível chamado Paciência.

Mas principalmente um maravilhoso Condutor chamado DEUS, ou como O queiram chamar.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

O Despertar da Natureza em Nós:



 O Que as Plantas Revelam Sobre a Sua Busca?

Que as plantas renovam o ar e embelezam os espaços, a nossa mente já sabe. Mas quando você olha para uma flor, o que realmente te atrai nela? A vibração das cores? A sutileza do aroma? E se você passasse a escolhê-las pela frequência energética e pelo significado profundo que carregam?

Trazer o reino vegetal para o seu ambiente é uma prática poderosa de presença e ancoragem. Para te ajudar a sintonizar a sua casa — e o seu coração — com a energia certa, descubra o manifesto sutil por trás das plantas mais comuns:

  • Alecrim: Um verdadeiro sopro de vitalidade; limpa o campo vibracional e ancora boas energias no presente.

  • Bambu-mossô: O aliado perfeito para as práticas de quietude; sua estrutura convida a mente a silenciar e desacelerar.

  • Lírios Brancos: Emanam pureza e despertam em nós a flexibilidade e a paz necessárias para fluir com a vida.

  • Magnólia: O símbolo vivo da força interior, da perseverança e da nossa conexão visceral com a Mãe Natureza.

  • Manacá: Uma ode à abertura do coração, simbolizando a generosidade e a entrega ao amor incondicional.

  • Jasmim: Com seu aroma inebriante, sussurra sobre a imortalidade da alma e a beleza daquilo que é eterno.

  • Hibisco: Desperta a energia do sagrado feminino, celebrando a sensibilidade, a criação e a intuição.

  • Camélia & Cerejeira: Portadoras do fluxo da abundância; atraem boa fortuna, contentamento e a celebração da felicidade genuína.

  • Murta: Ativa a energia afetiva e afrodisíaca, trazendo um magnetismo de pura amorosidade para o espaço.

  • Acácia: Ensina sobre o recolhimento sagrado, representando a sensibilidade refinada e o pudor acolhedor.

  • Dill (Endro): Estimula o dinamismo corporal e a renovação da nossa força motriz, a pura vitalidade.

  • Trepadeiras: Com seus ramos que abraçam e avançam, são ideais para quem deseja expandir os caminhos e florescer em um novo amor.

Da próxima vez que for escolher uma planta, feche os olhos por um instante, respire fundo e sinta: qual é a energia que o seu momento presente está pedindo?

Vérita Anima - Rosária Mendes

O Canto do Vento:


Como os Mensageiros dos Ventos Harmonizam o Nosso Fluxo Vital

O ar é o veículo da vida. Quando ele se move, carrega consigo memórias, frequências e intenções. Com a nobre função de delimitar, proteger e espalhar as energias entre diferentes ambientes, o Mensageiro dos Ventos (ou Sino dos Ventos) é uma ferramenta poderosa de cura vibracional, ideal para portais de entrada, varandas, sacadas ou corredores.

Sua atuação une a sabedoria ancestral de filosofias como o Feng Shui e o Budismo tântrico à física do som. Ao ser tocado pela brisa, ele atua como um filtro sutil: dissipa as estagnações energéticas e os olhares densos, permitindo que apenas a vibração da leveza flua para dentro do lar.

A Bioenergética do Som e do Movimento

A renovação que esse objeto traz não vem apenas do movimento do ar, mas da ressonância acústica. O som gerado pelos tubos interage diretamente com o nosso campo bioenergético, reduzindo os ruídos da mente coletiva e nos ancorando no momento presente:

  • A Matéria e o Propósito: Tudo nele é vibração — a forma, o material e a nota produzida. Os mensageiros de metal são perfeitos para quem busca ativar a mente, o foco e a criatividade. Já os feitos de pedras e cristais, como as ágatas, somam à sinfonia do vento a emanação mineral, banhando o ambiente com frequências de alegria, aterramento e bem-estar.

  • A Geometria dos Tubos: Os menores, com cinco tubos, são excelentes curadores para equilibrar e estabilizar espaços sobrecarregados. Os maiores, de seis a nove tubos, funcionam como expansores, potencializando e acelerando a circulação da energia vital (Chi ou Prana).

Pendurá-lo perto de janelas, em corredores fluidos ou nas quinas em "L" das paredes ajuda a desfazer os nós energéticos onde a vida costuma estagnar.

O Caminho do Meio: Presença e Equilíbrio

Para que o Mensageiro dos Ventos exerça sua real função terapêutica, a escolha do lugar pede atenção plena. Evite locais com ventanias agressivas que gerem um som estridente e caótico, desalinhando o sistema nervoso. Da mesma forma, não o isole em cantos inertes, onde ele vire apenas um adorno estático.

Permita que ele respire com a casa.

Seja no seu espaço de descanso, de estudo ou no ambiente de trabalho, permita-se pausar quando o sino tocar. Use o som dele como um gongo de mindfulness: feche os olhos, sinta a vibração e respire. Deixe que o vento leve o que não te pertence e traga o sopro de uma nova energia.

Vérita Anima - Rosária Mendes

Onde o som e o silêncio encontram a harmonia do ser.


segunda-feira, 10 de agosto de 2015

O Corpo Guarda o que a Mente Tenta Esquecer:


 Um Convite à Presença

Quantas vezes você já se pegou prendendo a respiração ao longo do dia?

Sem perceber, enrijecemos os ombros para carregar expectativas que não são nossas. Apertamos a mandíbula para calar verdades que engolimos a contragosto. Fechamos o peito, em uma postura de defesa, tentando proteger um coração que já foi ferido.

A mente humana é especialista em criar narrativas, justificar excessos e camuflar dores. Ela reconta histórias, projeta o futuro e se apega ao passado. Mas o corpo… o corpo não sabe mentir. Ele é o terreno sagrado onde o momento presente acontece.

Cada nó de tensão muscular, cada respiração curta e cada batimento acelerado são, na verdade, a sua energia vital tentando encontrar vazão. São memórias e emoções acumuladas que criaram couraças, bloqueando o fluxo da sua alegria genuína, da sua criatividade e da sua paz. O sintoma e o cansaço não são seus inimigos; eles são o grito da sua essência pedindo uma pausa.

O Espaço Sagrado do Retorno

A cura não acontece quando tentamos nos consertar ou quando exigimos uma perfeição inalcançável. A cura começa quando escolhemos, finalmente, habitar o próprio corpo com gentileza.

É um ato de mindfulness puro:

  • Pausar o turbilhão dos pensamentos;

  • Trazer a atenção para a planta dos pés firmes no chão;

  • Inspirar profundamente, permitindo que o abdômen se expanda e as couraças comecem a ceder;

  • E olhar para as próprias feridas e tensões sem julgamento, apenas com acolhimento.

Quando você se permite estar inteiramente no agora, a energia estagnada volta a fluir. As dores silenciosas encontram espaço para serem ouvidas, integradas e transmutadas. Você descobre que a paz que tanto procura fora, na verdade, sempre esteve guardada no silêncio que habita entre uma respiração e outra.

Desarme-se por um instante. Solte os ombros. Respire.

A sua verdade mais profunda está esperando pelo seu retorno.

Onde a sua energia flui e a sua essência desperta.


sábado, 18 de julho de 2015

A Culpa é de quem????



Desarmando a Culpa Através da Presença

Lidar com a culpa nunca foi uma tarefa simples. Quando ela surge, o nosso primeiro impulso inconsciente é tentar transferir o peso: culpamos as circunstâncias, o parceiro, o trânsito, a infância e, como diz a sabedoria popular, sobra até para as estrelas ou para a "Rita".

Mas você já parou para observar onde a culpa dói no seu corpo?

Antes de se tornar um pensamento, a culpa é uma contração física. Ela aperta o peito, enrijece os ombros, curta a respiração e rouba a nossa energia vital. Muitas vezes, nós nos sentimos culpados não porque erramos, mas porque fomos treinados para absorver a projeção e a manipulação alheia.

A Anatomia da Manipulação

Nas relações mais próximas — especialmente na dinâmica familiar —, a culpa é a moeda de troca mais comum para o controle emocional. Frases cotidianas como "Depois de tudo o que fiz por você..." ou "Fiquei esperando a semana toda e você nem se lembrou de mim" não nascem do amor, mas da tentativa de aprisionar o outro em uma obrigação.

Porém, no instante em que você aceita esse fardo e se invalida, a responsabilidade muda de mãos. Você permite que o ruído externo silencie a sua própria verdade.

A culpa drena o nosso fluxo energético de três maneiras principais:

  1. A Culpa do Cotidiano: A cobrança interna por não sermos onipresentes (o tempo com os filhos, o telefonema que faltou, a expectativa não atendida).

  2. A Culpa da Ruptura: O peso duradouro de sustentar escolhas difíceis, como o fim de um ciclo afetivo ou o desenho de limites saudáveis com os pais.

  3. A Culpa Coletiva: O desconforto ético diante dos papéis sociais e das obrigações de cidadania.

No fundo, toda culpa nasce de um choque: o conflito entre o amor genuíno que habita em nossa essência e os padrões rígidos que o nosso ego absorveu do mundo.

Do Julgamento ao Acolhimento: O Olhar do Mindfulness

Alimentar a culpa é um desperdício imenso de vida. É escolher morar no passado, tentando reescrever uma página que já foi virada. Na perspectiva da bioenergética, cada segundo gasto se julgando é um nó a mais na sua musculatura e um bloqueio no seu fluxo de cura.

A culpa tem uma única função legítima: servir de bússola para recalibrar a nossa rota. Mais nada.

Se você percebe que agiu desalinhado com a sua essência, corrija o passo agora, no presente. Se não há nada a ser feito, acolha a imperfeição da sua humanidade, mude o foco e arquive o episódio na pasta dos aprendizados. Siga livre.

O Agir Consciente

Cumpra seus acordos, cuide de quem você ama e honre suas responsabilidades, mas faça isso pelo fluxo espontâneo da compaixão, nunca pelo cabresto da obrigação ou do medo de desagradar. O amor verdadeiro expande o peito; a culpa o esmaga.

Respire fundo, solte o peso que não é seu e permita-se habitar o agora com leveza. Você é digno de caminhar sem couraças.

Ame. Começando por você.

Verita Anima

Presença que liberta, fluxo que cura.

O Alinhamento da Luz:



O Despertar da Confiança no Agora

Neste instante de pausa e presença absoluta, eu evoco a presença amorosa dos meus guias espirituais e guardiões angélicos. Que eles se aproximem do meu campo vibracional, envolvendo-me em uma bolha sustentadora de luz viva, derramando compaixão e acolhimento nas profundezas do meu ser.

Abro os canais da minha percepção e convido a egrégora de Lady Nada e o oitavo raio de luz verde-esmeralda. Que essa frequência de cura e purificação espiritual banhe o meu templo físico e sutil. Em perfeito alinhamento com a minha alma e com a Fonte Criadora, eu peço: desfaça os nós energéticos, dissipe as estagnações e libere todo e qualquer bloqueio que o medo tenha plasmado nas minhas células e na minha musculatura.

Eu rompo, desligo e dissolvo, no momento presente, todas as ligações, vínculos e ressonâncias com a frequência do medo, bem como quaisquer influências externas que tentem alimentar minhas dúvidas, inseguranças ou preocupações. Onde havia contração, agora flui espaço.

Eu evoco a sabedoria de Lady Portia e a força transmutadora do raio violeta. Que a Chama Sagrada flua através do meu sangue, dos meus pensamentos e das minhas emoções, consumindo e elevando a assinatura negativa do medo no meu corpo físico. Que cada ponto de tensão seja banhado por essa onda de libertação.

Neste exato segundo, eu escolho expirar e deixar ir. Entrego as couraças, solto o peso das incertezas e permito que a paz perene e a confiança inabalável emanem de cada centro energético do meu ser.

Convido os anjos do amor e da cura a se assentarem ao meu redor, tecendo um escudo intransponível de luz protetora. Envolta em seu amor incondicional, eu me sinto segura, amparada e profundamente amada. Eu absorvo essa frequência luminescente, transmutando cada resquício de sombra na mais brilhante, vibrante e consciente energia de puro Amor.

Assim é. Está feito. Sou profundamente grata.

Verita Anima

Onde a luz sutil liberta o corpo e ilumina a essência.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

O Eu Superior


Logo que iniciei meus estudos na terapia holística um dos aspectos que mais me chamaram atenção foi o Eu superior. Este é um assunto muito complexo e demanda estudo analítico sério, não tenho o intuito de dar uma aula sobre o tema, pois o aprendizado não vem em um dia e sim em longa dedicação. Mas vou fazer um breve relato da minha percepção. O termo Eu superior é bastante usado, porém, ele não é o nosso “EU” nós é que fazemos parte dele da consciência maior, em outras culturas é também chamado de Divina Presença, Consciência, Mestre Pessoal, Cristo Interno, Eu Sou, Mentor Espiritual, Anjo Guardião, Espírito Santo. Enfim a energia é uma só. É um aspecto de nos mesmos que é invisível, porém muito real, uma parte de nós que é integrante do universo. Na busca dessa realidade, junto com o descobrimento do seu Eu Superior e mais sagrado vem o conhecimento interno que provavelmente melhor descreve este aspecto invisível e misterioso de nossa alma.
O eu interior está no nosso coração é a chave para uma nova consciência. Existem mil caminhos para se chegar ao eu superior, todos os caminhos são bons e todos levam a mesma energia, o caminho que trilho pertence a mim, cabe a cada um a percepção de como acessar seu eu, enfim pesquise e descubra-se um ser integrante do universo. Medite, silencie sua alma escute o chamado que vem de dentro de você. Muitas vezes perante a adversidade da vida, nos sentimos fracos perdidos em nos mesmos sem saber como prosseguir. Qual caminho escolher? Você pode não saber, mas seu eu interior sabe. Paz e Luz!