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sábado, 13 de junho de 2026

Quando você está no limite:

 


Qualquer gota te transborda!

Tem dias em que não é a “gota d’água” que machuca…

é o acúmulo de tudo aquilo que você engoliu em silêncio.

Quando a mente já está cansada,

quando o coração já carregou peso demais,

qualquer palavra atravessa,

qualquer cobrança sufoca,

qualquer detalhe transborda.

Nem sempre o exagero está na reação.

Às vezes, o excesso já estava dentro há muito tempo.

Aprender a se ouvir antes de explodir também é cuidado.

Você não precisa suportar tudo para provar que é forte. 

sábado, 29 de agosto de 2015

Doenças e Sentimentos

 
Na porta de inúmeros consultórios de terapia Holistica inclusive no meu há o seguinte texto:
A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.

As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.
O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos, existem semáforos chamados Amigos, luzes de precaução chamadas Família, e ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão, um potente motor chamado Amor, um bom seguro chamado FÉ, abundante combustível chamado Paciência.

Mas principalmente um maravilhoso Condutor chamado DEUS, ou como O queiram chamar.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

O Manifesto da Maturidade:


 
Quando o Espelho Deixa de Ser um Aliado Oculto

Dizem que a juventude é um estado de espírito, mas o corpo teima em mandar as notificações de atualização no momento mais inconveniente. Você sabe que cruzou a linha da maturidade quando a frase "tudo dói e o que não dói não funciona" deixa de ser uma piada de mau gosto e passa a ser o seu boletim meteorológico interno.

Nessa fase da vida, qualquer sensação aleatória não é mais um capricho do dia: é um sintoma com potencial de busca no Google de madrugada.

Rir de si mesmo é o mindfulness mais puro que existe. Se você se identificou com os novos sinais do tempo, seja bem-vindo ao clube do "está com uma aparência esplêndida":

  • Presença Plena (na marra): Maturidade é quando você se abaixa para amarrar os sapatos e, em um momento de pura conexão com o agora, se pergunta: “Já que estou aqui embaixo, o que mais eu posso resolver para não precisar descer de novo?”.

  • O Novo Selva: A quele momento em que fazer amor te transforma em um animal verdadeiramente selvagem. Uma preguiça, especificamente.

  • Sinais Cardíacos: O jantar à luz de velas perdeu o romantismo não por falta de libido, mas porque ninguém mais consegue ler o cardápio sem ativar a lanterna do celular.

  • Economia de Energia: Quando o parceiro apaga as luzes da casa, não é mais para criar um clima íntimo. É para economizar na conta de luz.

  • Prioridades Invertidas: O ápice da transição acontece diante de uma vitrine: você olha para aquela roupa maravilhosa, espia a etiqueta de preço e conclui que o dinheiro seria muito melhor investido limpando a calha da casa ou trocando a resistência do chuveiro.

  • Bioenergética do Desapego: Pentear o cabelo vira uma obra de engenharia sutil, onde você passa a "organizar geograficamente" os fios que aceitaram ficar.

  • A Vingança do Vidro: Na infância, a gente fazia careta para o espelho. Na maturidade, o espelho simplesmente se vinga de volta.

Há três fases claras na nossa biografia: a infância, a juventude e a fase do “Nossa, como você está ótimo!”.

Saboreando o Intervalo

Brincadeiras à parte, encarar o tempo sem tantas defesas e couraças é como parar de se bater na correnteza de um rio: dá um alívio profundo. A Mãe Natureza pode até começar a recolher alguns dos seus bônus biológicos, mas em troca ela nos dá a blindagem emocional de não precisarmos provar mais nada para ninguém.

É o momento exato em que descobrimos quase todas as respostas da vida — justamente quando o mundo para de nos fazer as perguntas.

Não há cura ou fórmula mágica para o nascer e o morrer. O verdadeiro autocuidado, a verdadeira harmonia, está em respirar fundo, aceitar os estalos que o corpo dá e ter a sabedoria de saborear o intervalo com leveza, presença e uma boa dose de gargalhadas.

Verita Anima

Acolhendo todas as suas fases com leveza, fluxo e verdade.